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Alta do spread bancario

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o spread bancário – diferença entre os juros que o banco cobra ao emprestar dinheiro e a taxa que ele mesmo paga ao captar dinheiro – atingiu em maio o maior nível em seis anos: 29,9 pontos percentuais.

Quando em seu mandato, o presidente Lula interviu e travou uma briga com as instituições bancárias para que reduzissem os juros, alegando que eram os maiores praticados no mundo. Na época, 2009, a Taxa Selic estava em 12,75%, 1 ponto percentual abaixo dos atuais, 13,75%.

Já a atual presidente, Dilma, seguiu a mesma tática de seu antecessor e tentou derrubar os juros do mercado, o que motivou a concorrência por conta de taxas mais vantajosas nos bancos públicos.

Segundo especialistas, os bancos aumentaram o lucro nos empréstimos como forma de se proteger contra a tendência de aumento da inadimplência, que é um dos maiores custos embutidos no spread bancário, cerca de 30% de sua composição, ou seja, todos vão pagar pelos inadimplentes.

Dados relevam que a inadimplência das empresas em cima de empréstimos com recursos livres estão subindo. Segundo dados do Banco Central, em 2009 a inadimplência estava em 2%, já em maio desse ano atingiu a marca de 4%. A inadimplência de pessoas físicas também vem subindo e alcançou o número de 5,4% em maio.

Por isso, é preciso estar devidamente amparado para fazer as melhores negociações possíveis.

Através do CalcBank, o CFO tem acesso às informações em tempo real e conta com as ferramentas necessárias para negociar em condição de igualdade com um banco, equilibrando as negociações e até colocando as empresas em vantagem.